ELEIÇÕES 2022: Com a presença de lideranças da região, Dr. Romualdo realiza primeiro encontro político de sua pré-campanha

Neste último sábado(23), o médico e pré-candidato a deputado estadual, Dr.Romualdo (MDB), promoveu o seu primeiro encontro político para traçar metas e estratégias para pré-campanha e campanha em cada município representado. O evento contou com a presença de lideranças políticas de várias cidades do Cariri paraibano.

Com o tema “O Cariri Pode Mais”, Dr.Romualdo pôde ter esse primeiro contato com a maioria das lideranças reunidas e destacou a importância de ter um representante genuinamente caririzeiro na Assembleia Legislativa.

Em sua fala, Dr. Romualdo destacou que o Cariri terá um deputado para chamar de seu. “Estamos construindo algo que todos tem papel decisivo no processo, e assim será nosso mandato. Só represento essa voz, o Cariri vai ter um deputado para chamar de seu”. Agradeço o apoio de todas as lideranças que saíram de suas casas para participarem deste nosso primeiro encontro. Isso demonstra que estamos no caminho certo, e que o Cariri possa ter voz e vez na Assembleia Legislativa a partir do ano que vem”, disse Dr. Romualdo.

A prefeita do município do Congo, esposa de Dr. Romualdo, Flavinha Sousa, também esteve presente no ato político e afirmou que a região do Cariri necessita de um representante a altura na Assembleia Legislativa.

De Olho no Cariri

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB