Efraim, Pedro e Cássio cumprem agenda no Cariri e fortalecem alianças para as eleições de 2022

O deputado federal e pré-candidato ao senado, Efraim Filho aproveitou a sexta-feira Santa para visitar os municípios de  São Mamede, Serra Branca e Sumé.  Ao lado de Cássio e Pedro Cunha Lima, eles tiveram a oportunidade de realizar boas conversas com amigos e amadurecer as alianças para as eleições de 2022.

No Cariri, a primeira agenda das lideranças aconteceu na cidade de Serra Branca, em evento organizado pelo ex-candidato a prefeito, Flávio Torreão. A segunda agenda aconteceu na cidade de Sumé, em articulação feita pelo ex-vereador Juan Pereira.

Em Serra Branca, o encontro registrou a presença de várias lideranças políticas da região, a exemplo dos prefeitos de São João do Cariri, Helder Trajano e do prefeito de Coxixola, Nelsinho Honorato.

” Um dia de muita partilha ao lado dos amigos do Cariri e do Sertão paraibano! Momentos como esse são essenciais para a prática democrática e, mais do que tudo, promovem a troca de experiências entre eleitores e políticos! É com essa mentalidade que a caravana da verdade busca o desenvolvimento da política da Paraíba!”, pontuou Efraim.

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB