Efraim Filho se alinha a João Azevêdo, descarta apoio a Bolsonaro e diz que seu candidato a presidente é Mandetta

O deputado federal Efraim Filho (DEM), que se coloca como pré-candidato ao Senado nas eleições de 2022 na Paraíba, descartou apoio ao atual presidente Jair Bolsonaro e reforçou que apoiará o candidato escolhido pela União Brasil, fruto da fusão entre o DEM e o PSL, cujo nome é o do ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, para as eleições presidenciais de 2022.

Ao ser questionado, em entrevista ao programa Arapuan Verdade, nesta quarta-feira (23), sobre a terceira via liderada pelo ex-juiz da Lava Jato, Sérgio Moro, ou ainda sobre a preferência em um possível segundo turno entre Bolsonaro e Lula, Efraim reforçou que trabalhará para defender o nome que a fusão escolher. “Estamos trabalhando para que Mandetta chegue no segundo turno”, disse.

Ontem, em entrevista também ao programa Arapuan Verdade, da rádio Arapuan FM, o governador João Azevêdo declarou que não pretende ter apoiadores do presidente Jair Bolsonaro em seu palanque nas eleições de 2022.

O parlamentar do Democratas, também destacou que está alinhado com o governador João Azevêdo. Quando provocado sobre o desafio que o chefe do Executivo já possui em formar uma chapa com tantas opções, Efraim disse que estará junto para ajudar nas alianças e escolhas. “O governador sabe da nossa lealdade e do compromisso que tenho em agregar. Certamente contará comigo para essa construção, pois estou à disposição nessa missão”, analisou. Efraim é o primeiro nome colocado para a disputada ao Senado nas eleições de 2022.

Com Click PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB