Doria e Moro vão esperar até março para decidir sobre chapa à Presidência

Os pré-candidatos à Presidência da República, João Doria e Sergio Moro tiveram, nesta quarta-feira (8), a primeira conversa depois que ambos se colocaram à disposição da disputa. Evitaram, no entanto, discutir o tema que os divide hoje: quem será cabeça de uma eventual chapa formada por ambos em 2022.

De acordo com informações do blog de Bela Megale, no O Globo, a interlocutores, Doria afirmou que a conversa com o ex-juiz sobre esse tema só acontecerá entre março e abril do próximo ano. Ambos já marcaram um novo encontro para a segunda quinzena de janeiro.

Tanto Moro quanto o governador de São Paulo não mostram disposição alguma em abrir mão da candidatura ao Palácio do Planalto para encarnar o posto de vice. O que ficou definido, porém, é que aquele que mostrar mais viabilidade nas pesquisas eleitorais nos próximos três meses terá prioridade. Resta saber se o acordo será realmente cumprido por quem não estiver na dianteira.

O Globo

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB