Deputado Manoel Ludgério oficializa troca de João Azevêdo por Pedro Cunha Lima

O deputado estadual Manoel Ludgério (PSDB) oficializou na tarde desta quarta-feira (04) apoio à pré-candidatura do deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) ao Governo do Estado. Ludgério era defensor ferrenho da reeleição do governador João Azevêdo (PSB) e chegou a sugerir a união da classe política em favor do gestor estadual.

“Esta é a reafirmação da nossa história de luta pela Paraíba. Pedro tem demonstrado compromisso em fortalecer nosso Estado. Vamos trabalhar juntos para garantir o desenvolvimento do Cariri, com a chegada das águas do Rio São Francisco. É hora de investir no perímetro irrigado de Boqueirão, ampliar as ações para os municípios ribeirinhos, como São Domingos, Caraúbas, Barra de Santana e toda região. Precisamos desenvolver nossas vocações, como a criação de camarão de Salgado de São Félix e Itabaiana. Garantir uma gestão estadual com maior presença nos municípios, potencializando nossa economia e garantindo mais oportunidades para todos”, disse Manoel Ludgério.

O deputado Pedro Cunha Lima celebrou o apoio. “Fico muito feliz em ter o deputado Manoel Ludgério conosco, mostra que nossa caminhada cresce cada dia mais. Nosso Estado, quando não anda para o lado, anda para trás. Precisamos virar essa página, unir forças para garantir um futuro com mais investimentos e oportunidades para todos. Ludgério é um deputado forte, que tem serviço prestado ao povo paraibano, principalmente do nosso Cariri. Vamos trabalhar de mãos dadas para colocar a Paraíba no topo, que é onde ela merece estar”, destacou.

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB