Damião, Lígia e Jackson Macêdo se reúnem com Lula, em São Paulo; pedetistas estudam migrar para o PT

O deputado federal Damião Feliciano e a vice-governadora, Lígia Feliciano, ambos do PDT, foram recebidos pelo ex-presidente Lula (PT), na tarde desta quarta-feira (2), em São Paulo. O encontro teve a participação do presidente estadual do PT, Jackson Macêdo e do executivo, Gustavo Feliciano, filho do casal e presidente estadual do PDT.

“Uma boa conversa com o nosso presidente @lulaoficial sobre as mudanças no Brasil e na Paraíba com @ligiafelicianopb @dr.damiao e os companheiros Renato Feliciano e @marciomacedopt. Uma nova Paraíba é possível e necessária”, escreveu Jackson Macedo sobre o encontro nas redes sociais.

Segundo informações de bastidores, Damião, Lígia e Lula conversaram sobre a conjuntura nacional e a disputa política pelo Governo da Paraíba.

Lígia Feliciano teria manifestado o interesse em disputar o Governo do Estado e contar com o apoio do PT à sua pré-candidatura. Uma possível filiação do grupo Feliciano ao PT também estaria na pauta do encontro.

Wscom

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB