Com votação recorde, Arthur Lira é reconduzido à Presidência da Câmara Federal

O deputado Arthur Lira (PP-AL) foi eleito para presidir novamente a Câmara Federal. O progressista obteve 464 votos contra 21 de Chico Alencar (Psol-RJ)  e 19 de Marcel Van Hattem (Novo-RS).

A votação de Lira é um recorde em votação para presidir a Casa. Antes, Ibsen Pinheiro (PMDB) obteve 434 votos para comandar a Câmara entre 91 e 92 e João Paulo do PT a mesma votação em 2003.

“O resultado dessa eleição mostra que na boa política é preciso divergir, debater, mas no final construir consensos, decidir e atuar em prol do Brasil”, disse Lira em discurso de posse.

O progressista  prometeu uma tribuna aberta e plural dando voz aos anseios da população.

“O resultado da eleição me impulsiona para seguir focado na condução ágil dos projetos de interesses do país. Respeitando toda nossa dinâmica interna de condução e fiel que a regra desta casa a vontade da maioria sempre prevalece sem nunca cecear o direito da minoria”, afirmou.

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB