Bruno garante ‘apoio irrestrito’ a Pedro e diz que buscará trazer PSD para base

O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), garantiu apoio irrestrito à pré-candidatura de Pedro Cunha Lima ao Governo do Estado nas eleições de 2022, lançada nesta segunda-feira (20) pelo PSDB. Ele ainda afirmou que irá trabalhar para garantir que seu partido, o PSD, forme aliança com os tucanos.

“Vamos percorrer a Paraíba, dialogando com lideranças política e, sobretudo, com o que há de mais essencial na política, que é olhar no olho das pessoas. Vamos participar e vencer”, disse o prefeito.

O presidente estadual do PSD, Romero Rodrigues, não compareceu ao evento devido à uma viagem para Porto Velho. Rodrigues tinha recebido o apoio dos tucanos para disputar o Governo do Estado, mas desistiu da candidatura e caminha para fazer uma aliança com o governador João Azevêdo (Cidadania), adversário político do grupo Cunha Lima.

Bruno ressaltou a confiança e credibilidade que tem o exercício do mandato de deputado federal de Pedro.

“Essa é uma oportunidade geracional. Tenho falado isso repetidamente. Pela primeira vez nossa geração está tendo a oportunidade de, ocupando lugares de destaque na política, mostrar o resultado dessa confiança, dessa credibilidade em alguém que fala a verdade, que não tem compromisso com o erro”, frisou.

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB