Bruno Cunha Lima reage à Eva: “Dá para acender vela pra Deus e outra para o diabo?”

O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), reagiu às declarações de sua ex-aliada e auxiliar de gestão, Eva Gouveia (PSD) e afirmou que a secretária-executiva de Articulação Política do Estado e seus aliados deveriam ter a iniciativa de pedir pra sair da gestão campinense.

A declaração do gestor ocorre após exoneração de João Paulo Freire, aliado histórico da família Gouveia. Eva afirmou que a “tirania e o coronelismo de Bruno envergonham o PSD” e o convidou a deixar o partido ao afirmar que “a porta da rua é serventia da casa”.

Bruno subiu o tom e reagiu a ex-aliada. “Se ela decidiu fazer parte do Governo, embora eu discorde totalmente, ela e os aliados dela, que fazem parte da gestão, é que deveriam ter tomado a iniciativa de pedir pra sair e não precisar exonerar, ou será que se poderia imaginar que dá pra acender uma vela pra Deus e outra pro diabo?”, disse.

Eva Gouveia se aliou ao governador João Azevêdo, enquanto Cunha Lima e o ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, declararam apoio à pré-candidatura de Pedro Cunha Lima ao Governo.

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB