Bolsonaro declara apoio à pré-candidatura de Bruno Roberto ao Senado na Paraíba

O presidente Jair Bolsonaro (PL) confirmou que Bruno Roberto, filho do deputado federal Wellington Roberto, ambos também do PL, é o seu pré-candidato na Paraíba ao Senado Federal.

A informação foi divulgada em vídeo nas redes sociais na manhã desta sexta-feira (18). Nas imagens o presidente aparece ao lado de Bruno e de Tércio Arnaud, que deixou o cargo de assessor Especial da Presidência da República para disputar a suplência da pré-candidatura de senador.

“Olá, meus amigos da Paraíba. Aqui, Bruno Roberto a minha direita e o Tércio à esquerda. Os nossos pré-candidatos ao Senado Federal. Titular [Bruno] e 1º suplente [Tércio]. Assim sendo, a todos os amigos da Paraíba, eu desejo boa sorte, felicidades e a grande responsabilidade de mudar os destinos da política brasileira. Um grande abraço para a minha Paraíba”, disse Jair Bolsonaro.

Com a declaração, o pré-candidato ao Senado Sérgio Queiroz (PRTB) não terá apoio do presidente, mas deverá seguir apoiando o mandatário à reeleição, de acordo com o que já foi dito pelo pastor em entrevistas.

 VEJA O VÍDEO: 

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB