Articulação em Brasília poderá modificar cenário na Paraíba e formalizar aliança entre PT e PSB

Os resultados da reunião do PSB em Brasília estão sendo bastante esperados e não só por aqueles que compõem o partido. Lula e Alkmim também estarão na cidade e a expectativa é que serão tomadas várias decisões importantes sobre a formação das chapas que concorrerão no pleito de outubro.

O maior questionamento no momento é se a a parte do PT que está com João Azevedo poderia votar em Veneziano e que poderia haver na Paraíba uma chapa composta por PSB e PT.

“Essa especulação dessa chapa que está rodando em Brasília tem todo o sentido a menos que o PT se mantenha com Veneziano e vai buscar um senador como Ricardo Coutinho e se essa Ricardo não puder, poderiam chamar Lígia Feliciano”, especulou o jornalista Gutemberg Cardosos durante o Programa Arapuan Verdade desta terça-feira (26),

Até agora para concorrer ao governo do estado até agora seis candidaturas vem se desenhando na Paraíba: João Azevêdo, Pedro Cunha Lima, Veneziano, Nivan Ferreira, Adjany Simplício e Lígia  Feliciano.

Click PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB