Após tomar posse, Romualdo nega candidatura a prefeito de Serra Branca: “o povo me deu uma missão maior de representar o Cariri”

Ao tomar posse como deputado estadual na manha desta quarta-feira (1º) na Assembleia Legislativa, Dr Romualdo Quirino (MDB), negou informação de que seria candidato a prefeito de Serra Branca em 2024, como vinha sendo especulado nos últimos dias.

“Fui eleito para representar toda a região do Cariri e no momento não pretendo disputar a prefeitura de Serra Branca. Gostaria de um dia de ser prefeito de Serra Branca para fazer história em uma cidade diferente da minha, já que fui prefeito do Congo, mas a população me deu uma missão maior de representar o Cariri e ocupar um espaço que estava aberto”.

Posicionado entre os 12 deputados da oposição ao governador João Azevêdo (PSB), Romualdo defendeu a implantação de uma usina de leite de cabra em pó no município de Serra Branca por ser o mais central na região do Cariri e ter uma produção relevante.

Ele demonstrou estar satisfeito pelo governo do Estado anunciar esse projeto como prioridade neste 2º mandato, lembrando que fez cobranças para o estimulo ao desenvolvimento da cadeia da capronocultura na região.

Com Clóvis Gaião

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB