Após ser confirmado na chapa de João Azevêdo, Lucas Ribeiro entrega cargos a Bruno Cunha Lima e diz que postos sempre estiveram à disposição

O vice-prefeito de Campina Grande, Lucas Ribeiro, colocou os cargos indicados pelo Progressistas na Prefeitura de Campina Grande, à disposição do prefeito Bruno Cunha Lima (PSD).  Os cargos foram entregues assim que o nome dele foi confirmado como pré-candidato a vice-governador na chapa do governador João Azevêdo (PSB), que é adversário político do gestor municipal.

Lucas Ribeiro disse que os cargos sempre estiveram à disposição do prefeito e que eles serviam a um projeto de gestão da cidade. “Não foi preciso nenhum cargo para trabalhar por Campina Grande e nem será amanhã que será preciso, porque isso é muito pequeno para o objetivo e para o fim maior para o qual trabalhamos, que é trabalhar pelas pessoas”, avaliou o político.

A oficialização da aliança será feita no próximo sábado, dia 30, em evento que será realizado na AABB de Campina Grande, a partir das 16h. Já a convenção do PSB e de partidos aliados está marcada para o dia 5 de agosto, a partir das 16h, no Forrock, em João Pessoa.

Lucas Ribeiro é sobrinho do deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP), responsável pela aliança com o governador do estado. Seu tio e sua mãe a senadora Daniella Ribeiro (PSD),fazem parte do projeto de reeleição do governador. 

“Teremos uma oportunidade para fazer um trabalho amplo e maior pelo nosso estado, que já temos a oportunidade de fazer em Campina Grande”, afirmou Lucas.

De Olho no Cariri

Click PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB