Após saída de Raniery, Roberto Paulino diz que não deixará MDB e mantém apoio à reeleição de João Azevêdo

O vice-presidente estadual do MDB na Paraíba e secretário-chefe de Governo, Roberto Paulino, afirmou nesta terça-feira (22), que permanece na legenda emedebista mesmo com a decisão da Executiva Estadual que deliberou a favor de candidatura própria do senador Veneziano Vital do Rêgo em oposição ao atual governador João Azevêdo.

Quem oficializou o desembarque da legenda nesta terça-feira foi o seu filho, o deputado estadual Raniery Paulino, que vai para o Republicanos.

Para justificar a sua decisão, Roberto Paulino pontuou que atende um pedido do ex-governador da Paraíba e ex-presidente da legenda, vítima da Covid-19 em fevereiro do ano passado, o senador José Maranhão. Paulino afirmou que recebeu uma recomendação expressa dada pelo ex-líder emebebista que pediu continuidade das pautas do partido.

Além dele, outra figura histórica do MDB que deve permanecer é a sua esposa, a ex-primeira-dama Fátima Paulino. Ele sinalizou ainda que não deixará a pasta que ocupa no Governo do Estado e mantém o apoio ao governador João Azevêdo, candidato a reeleição.

De Olho no Cariri

Portal Paraíba

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB