Após aval do MDB para candidatura de Veneziano, secretário-executivo pede exoneração do Governo

Mais um aliado do senador Veneziano Vital (MDB) pediu exoneração do cargo que ocupava na gestão João Azevêdo. Gilson Lira, que exercia a função de secretário executivo do Turismo, encaminhou o pedido de desligamento ao governador no último sábado (19).

“Bom dia, amigos! No último sábado encaminhei ao Governador João Azevêdo meu pedido de exoneração do cargo. Na oportunidade, externei meus agradecimentos pela confiança a mim atribuída. Até o último instante procurei cumprir a honrosa missão em servir meu Estado no cargo de Secretário Executivo do Turismo. Aproveito o momento para também externar minha estima e agradecimento a todos os colegas de trabalho. Rogo a Deus que continue abençoando a vida de cada um de vocês”, disse Lira.

Veneziano Vital oficializa nesta segunda-feira (21) sua pré-candidatura ao Governo do Estado nas eleições deste ano.

De Olho no Cariri

Mais PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB