Adriano Galdino diz que não vai permitir que ALPB se torne palco para antecipação de debates sobre 2024

Após desentendimentos entre deputados da base e oposição sobre proposta de engorda da Orla de João Pessoa, feita pelo prefeito Cícero Lucena (Progressistas), o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino (Republicanos), afirmou nesta quarta-feira (8) que não vai permitir que a Casa seja palco de antecipação de debates sobre a eleição de 2024.

A fala veio instantes após os deputados Wallber Virgolino (PL), Luciano Cartaxo (PT), Cida Ramos (PT) e Chió (Rede) criticarem a proposta de Cícero. Além disso, nessa terça (7), os deputados Hervázio Bezerra (PSB) e Cartaxo já haviam discutido sobre ações da Prefeitura de João Pessoa.

“Não vou permitir que o debate que é da Câmara de Vereadores venha para para Casa de Epitácio Pessoa, seja sobre João Pessoa, Campina Grande ou cidade menores. Nós somos deputados estaduais para debater a Paraíba como toda”, afirmou Galdino.

Em reação, Luciano Cartaxo rebateu e disse que trará o debate sobre João Pessoa quando for necessário. “Quero dizer que eu vou debater a cidade. Não tem como chegar aqui e falar de tema genérico. Vou falar o que interessa ao povo. Estou defendendo o povo de João Pessoa”, falou.

De Olho no Cariri

Com Fonte 83

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB