Adriano Galdino critica indicação do PP para vice e anuncia reunião para discutir impasse

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, deputado Adriano Galdino (Republicanos), anunciou nesta sexta-feira (01) um encontro com o governador João Azevêdo (PSB) para tentar solucionar o impasse no entorno do eventual candidato a vice na chapa governista.

O Republicanos, partido de Galdino, almejava o posto. Mas, o Progressistas, do deputado federal Aguinaldo Ribeiro, também entrou no páreo para ocupar a vaga. Em entrevista, Adriano Galdino falou que a sigla “não aceita” essa nova conjuntura.

“Não existia acordo para que eu fosse vice, o que existia era que estava na boca do povo. Todo local que estava, as pessoas perguntavam se eu iria ser vice de João. Então, estava na boca do povo. Mas, aí aconteceu esse fato novo. Parece que o governo já fechou com o Progressistas. O Republicanos não aceita a forma e a maneira que foi feito. Vamos ter uma conversa com o governador e vamos ver no que via dar”, disse.

Adriano Galdino ponderou que não tem a disponibilidade de ser candidato ao Senado na chapa de João, já que tem um “compromisso” firmado com o deputado Efraim Filho (União Brasil), pré-candidato a senador na chapa encabeçada pelo deputado Pedro Cunha Lima (PSDB).

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB