Sem pagar pensão alimentícia, cantor da banda Karkará é preso após apresentação em Esperança

O cantor e sanfoneiro da banda campinense Karkará – O Pipoco do Trovão – foi preso na madrugada desde domingo em um cumprimento à um mandado de prisão da 1ª Vara da Família de Campina Grande por não está quitando os débitos do acordo de pensão alimentícia dos filhos.

O artista foi detido em uma ação conjunta das policiais Civil e Militar de Esperança, logo após um apresentação da banda que ocorreu em um bar da cidade.

A ordem de captura, foi assinada pelo Juiz Cláudio Pinto Lopes desde o último dia 09 de janeiro.

José Georgivan da Silva Lopes, o “Vam Trubudo”, deverá ficar recolhido em regime fechado durante um período de 30 (trinta) dias, na Penitência Jurista Agnello Amorim (Monte Santo) até que todos os valores pendentes sejam quitados.

VEJA ORDEM DE PRISÃO:

Com Blog do Márcio Rangel

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri