Seis pessoas foram assassinadas entre os dias 23 e 25 na Paraíba; redução é de 50%

Seis pessoas foram assassinadas entre a última sexta-feira (23) e domingo (25) durante os festejos juninos de municípios da Paraíba. De acordo com a Polícia, o número é inferior ao mesmo período do ano passado, em que foram registrados 12 crimes violentos letais intencionais (CVLI).

De acordo com a polícia, a redução no número de homicídios, em comparação com o ano passado, se dá pelas ações realizadas pelas forças de segurança pública do Estado.

Durante a Operação São João, que ocorreu entre às 18h de sexta-feira e 6h desta segunda-feira (26), a Polícia Militar também apreendeu 10 armas de fogo, recuperou 13 veículos com restrição de roubo ou furto, e cumpriu 3 mandados de prisão.  Também foram apreendidas quantidades de crack, maconha e cocaína.

Entre as ocorrências, na sexta-feira (23), uma espingarda calibre 12, balança de precisão e 13 tabletes de maconha foram apreendidos com um adolescente em João Pessoa. No sábado (24), um homem de 23 anos foi preso com duas espingardas e munições, durante abordagem em Sumé. Na madrugada desta segunda-feira (26), um adolescente foi apreendido em Cajazeiras com 44 pacotes de crack.

Ao todo, 3200 policiais e 700 viaturas reforçaram o policiamento em todo Estado, atendendo a mais de 400 eventos juninos em 117 municípios.

 

De Olho no Cariri

Com Secom

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou nesta quinta-feira (3) o sigilo de decisão que aponta supostas irregularidades na atuação do ministro André Mendonça na relatoria de processos relacionados às operações Sem Desconto e Compliance Zero.

Moraes encaminhou a decisão e os relatórios de inteligência da Polícia Federal que a fundamentam ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin.

A decisão foi tomada no âmbito do Inquérito 4.781, instaurado em 2019 para apurar notícias fraudulentas, denunciações caluniosas, ameaças e outras infrações contra integrantes do Supremo, além de possíveis esquemas de financiamento e divulgação de fake news em massa nas redes sociais.

Na decisão, Moraes determinou que o conjunto de documentos seja encaminhado a Fachin “para as providências que entender necessárias”. Também determinou que a Procuradoria-Geral da República seja comunicada.

De Olho no Cariri

Com Agência Brasil