Quadro de saúde da jovem Maria Helena permanece sem evolução e serra-branquenses fazem correntes de oração

Até o fechamento do último Boletim de Saúde divulgado pelo Hospital de Trauma de João Pessoa às 17hrs desta quinta-feira, a jovem Maria Helena Antonino permanece com seu quadro inalterado e sem responder a estímulos. A serra-branquense foi vítima de um acidente no caminho da UEPB de Araruna na manhã desta quinta.

Segundo informações apuradas pela reportagem do portal De Olho no Cariri junto à família, Maria Helena está na Ala Vermelha e com uma vaga na UTI pronta e a espera apenas de uma reação por parte da jovem. Ela continua em estado grave e entubada, segundo o setor de imprensa do Trauma, e seus pais estão no hospital aguardando por qualquer estímulo da jovem.

Nas redes sociais, uma verdadeira campanha de oração virtual está sendo realizada por amigos e conhecidos da jovem. Com a hastag #OrandoPorMariaHelena, serra-branquenses estão orando por sua recuperação e esperançosos de que Deus vai operar o milagre. Colegas de Maria Helena em Araruna também se reuniram para rezar pela amiga.

Maria Helena é natural de Serra Branca e tem apenas 19 anos. É filha do contador João Cézar e da bancária Elan Antonino. A jovem começou a cursar Odontologia na UEPB há 3 anos e morava no momento em Araruna, no Brejo Paraibano.

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De Olho no Cariri

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

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