Universitária serra-branquense é atropelada após colisão entre carro e moto em Araruna

Acidente na manhã desta quinta-feira (06) em Araruna, no Brejo Paraibano, fez como vítima a serra-branquense Maria Helena Antonino, estudante de odontologia na cidade. Segundo informações apuradas pela reportagem do portal De Olho no Cariri, ela foi atropelada após uma colisão envolvendo uma saveiro e uma moto.

Segundo um site local de Araruna, o fato ocorreu próximo ao Fórum da cidade, quando a universitária Maria Helena caminhava para UEPB, em uma rua bem estreita. A jovem é filha do contador serra-branquense João Cézar.

A saveiro provavelmente fez uma ultrapassagem indevida causando descontrole da moto e um choque entre o motoqueiro e a universitária, que trafegava no acostamento da PB-111.

A universitária Maria Helena saiu em estado delicado e foi encaminhada para o Trauma de João Pessoa, O motorista da saveiro se evadiu do local e o piloto da moto foi também socorrido pelo SAMU.

O trajeto entre a cidade e a UEPB necessita de uma calçada apropriada, pois é caminho de todos os universitários, que inclusive já fizeram protestos para que fosse construída.

De Olho no Cariri

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri