Polícia Militar apreende oito armas de fogo e prende suspeito em São João do Tigre

No domingo (11), a Polícia Militar do 11º Batalhão realizou uma importante ação no combate ao crime na zona rural de São João do Tigre, no Cariri paraibano. A operação resultou na apreensão de oito armas de fogo e na prisão de um homem suspeito de envolvimento em uma tentativa de homicídio registrada há cerca de 15 dias.

De acordo com informações repassadas pela PM, o suspeito teria utilizado armas de grosso calibre na tentativa de homicídio contra um morador da região. Com base em denúncias e após diligências investigativas, os policiais localizaram o indivíduo em sua propriedade rural.

Durante a abordagem, o homem entregou espontaneamente duas espingardas de fabricação artesanal. Em seguida, autorizou a realização de buscas em outros pontos da propriedade, onde foram encontradas mais seis armas, sendo:
• 04 espingardas do tipo soca-soca;
• 01 espingarda calibre 12 de fabricação artesanal;
• 01 espingarda calibre 28 de fabricação artesanal.

O total de armas apreendidas chegou a oito. O suspeito recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos cabíveis.

A Polícia Militar reforça que segue intensificando as ações de combate à criminalidade em toda a região, com o apoio da população por meio de denúncias anônimas.

De Olho no Cariri

Com 11º Batalhão de Polícia Militar da Paraíba

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou nesta quinta-feira (3) o sigilo de decisão que aponta supostas irregularidades na atuação do ministro André Mendonça na relatoria de processos relacionados às operações Sem Desconto e Compliance Zero.

Moraes encaminhou a decisão e os relatórios de inteligência da Polícia Federal que a fundamentam ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin.

A decisão foi tomada no âmbito do Inquérito 4.781, instaurado em 2019 para apurar notícias fraudulentas, denunciações caluniosas, ameaças e outras infrações contra integrantes do Supremo, além de possíveis esquemas de financiamento e divulgação de fake news em massa nas redes sociais.

Na decisão, Moraes determinou que o conjunto de documentos seja encaminhado a Fachin “para as providências que entender necessárias”. Também determinou que a Procuradoria-Geral da República seja comunicada.

De Olho no Cariri

Com Agência Brasil