Polícia Civil prende 15 pessoas durante Operação Cronos II na PB; prisões acontecem em 02 cidades do Cariri

Ao menos 15 pessoas foram presas durante uma operação deflagrada na região em oito cidades da Paraíba nesta terça-feira (28). A ação aconteceu ao todo em 27 estados brasileiros pelas equipes da Polícia Civil. Além das prisões também foram apreendidas armas de fogo e drogas.

Na Paraíba, as prisões ocorreram nas cidades de Campina Grande, Itatuba, Riachão Bacamarte, Conde, Alagoa Grande, Guarabira e São José dos Cordeiros e São Sebastião de Lagoa de Roça. A operação começou desde as primeiras horas da manhã desta terça-feira e seguiu até o fim da tarde. A ação tem como foco no combate aos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI).

Entre as pessoas presas na Paraíba, quatro também foram autuadas em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas. Foram cumpridos também 12 mandados de busca e apreensão domiciliar e apreendidas 02 armas de fogo, além de drogas.

Na cidade de Campina Grande foram presas 6 pessoas, além de três casos de Termos Circunstanciado de Ocorrência (TCO’s), em Itatuba ocorreram duas prisões, em São José dos Cordeiros foram também duas pessoas e também foram presas pessoas em Riachão do Bacamarte, Conde, Alagoa Grande e São Sebastião de Umbuzeiro.

Um desses presos foi um homem de 24 anos que era procurado pela Polícia Civil como principal suspeito de matar um empresário de 47 anos na área de embarque da Empresa Paraibana de Abastecimento e Serviços Agrícolas (Empasa), em Campina Grande. O crime ocorreu em 15 de agosto de 2017.

De Olho no Cariri

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB