Homem é preso por agredir e tentar matar ex-companheira em Taperoá, Cariri da Paraíba

Um homem foi preso no fim da manhã desta terça-feira (6) por tentativa de feminicídio em Taperoá, no Cariri da Paraíba. Flaviano da Silva Sousa, de 29 anos de idade, tentou matar sua ex-esposa no último dia 28 de abril.

De acordo com informações da Polícia Civil, sua ex-mulher, de 27 anos de idade, teria até a casa de Flaviano, quando foi agredida fisicamente por ele, de forma dolosa, brutal e covarde.

A mulher, que conviveu com o acusado por quatro meses, foi agredida com chutes e murros na região da cabeça e rosto e, por pouco, não veio a morte, após ficar desfalecida ao solo em uma rua da cidade.

Imagens de câmeras de monitoramento de residências próximas registraram a ação. No vídeo, é possível visualizar o suspeito praticando o crime.

A mulher agredida não procurou a Delegacia. No último dia 30 de abril, a Polícia Civil tomou conhecimento do caso, quando foi expedido um mandato de prisão temporário contra o homem.

Ainda de acordo com a PC, o acusado foi ouvido na Delegacia, onde preferiu permanecer em silêncio. O homem segue preso na Delegacia Seccional de Juazeirinho e deve passar por audiência de custódia, a disposição da Justiça.

Com ClickPB

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou nesta quinta-feira (3) o sigilo de decisão que aponta supostas irregularidades na atuação do ministro André Mendonça na relatoria de processos relacionados às operações Sem Desconto e Compliance Zero.

Moraes encaminhou a decisão e os relatórios de inteligência da Polícia Federal que a fundamentam ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin.

A decisão foi tomada no âmbito do Inquérito 4.781, instaurado em 2019 para apurar notícias fraudulentas, denunciações caluniosas, ameaças e outras infrações contra integrantes do Supremo, além de possíveis esquemas de financiamento e divulgação de fake news em massa nas redes sociais.

Na decisão, Moraes determinou que o conjunto de documentos seja encaminhado a Fachin “para as providências que entender necessárias”. Também determinou que a Procuradoria-Geral da República seja comunicada.

De Olho no Cariri

Com Agência Brasil