Homem é preso por abusar sexualmente de duas meninas na Paraíba; uma das vítimas tem apenas 3 anos

Um homem de 25 anos foi preso, nesta quarta-feira (24), suspeito de abuso sexual contra duas meninas, no município de Serra Redonda, região metropolitana de Campina Grande. Uma das vítimas tem apenas 3 anos de idade. A segunda, 14 anos. A prisão foi efetuada pela Delegacia de Crimes Cibernéticos (DECC). 

O delegado de Crimes Cibernéticos, João Ricardo, detalhou a prisão do suspeito e como a polícia chegou até ele. “Nós já tínhamos informações de que ele guardava imagens e vídeos pornográficos com crianças e adolescentes, que ele baixava essas imagens. Sendo que dois desses vídeos, ele mesmo fez”, informou.

De posse das imagens, a polícia as levou até a esposa do suspeito e aos familiares das meninas que reconheceram as vítimas nas gravações. “Depois que a esposa e a família das vítimas confirmaram, ele acabou confessando o crime”, esclareceu o delegado.

O suspeito era considerado amigo da família das vítimas e era padrinho de uma delas. O homem foi encaminhado para a Central de Polícia de Campina Grande e o celular dele apreendido para a continuidade das investigações. Ele passará por audiência de custódia onde será definido se continuará preso ou se responderá ao crime em liberdade.

Com Click PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1