Homem condenado por matar cunhado é preso 11 anos depois do crime

Um homem identificado como Francisco de Assis Almeida, condenado por matar o cunhado em 2014, foi preso nesta sexta-feira (9), na cidade de Campina Grande. De acordo com a Polícia Civil, o paradeiro do condenado foi descoberto após denúncia anônima número da polícia.

Segundo informações do delegado Ramírez São Pedro, a denúncia aconteceu após a exibição de uma matéria na TV Paraíba, na qual a família do homem morto há 11 anos manifestava indignação pelo condenado estar foragido. O crime aconteceu em fevereiro de 2014.

“Eu estava conversando com familiares da vítima que informaram que tinham participado da reportagem na noite de ontem, quando aportou aqui na delegacia o disque denúncia dando conta de que tinha visto a imagem desse suspeito e dando o paradeiro e o endereço dele. De imediato, as equipes saíram em diligência e capturaram o homem”, ressaltou.

O condenado foi preso no bairro das Três Irmãs, em Campina Grande, e foi levado para exame de corpo de delito, além de passar por audiência de custódia. O condenado não reagiu a prisão. O delegado ainda informou que o homicídio aconteceu com múltiplas facadas.

Réu confesso, Francisco de Assis havia sido condenado a 16 anos de prisão, no entanto, nunca havia sido identificado pelas autoridades. O processo contra o condenado Francisco de Assis já foi transitado em julgado, ou seja, não cabe mais recursos.

A filha da vítima, Severino Galvincio, Rosângela, disse em entrevista para a TV Paraíba que agradece a denúncia anônima.

“Quero agradecer a pessoa que fez a denúncia, de coração, porque o sentimento é de justiça, que Deus tarda mas não falha, e a Justiça dos homens também está sendo feita. Muito a população”, disse.

Com G1 Paraíba

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou nesta quinta-feira (3) o sigilo de decisão que aponta supostas irregularidades na atuação do ministro André Mendonça na relatoria de processos relacionados às operações Sem Desconto e Compliance Zero.

Moraes encaminhou a decisão e os relatórios de inteligência da Polícia Federal que a fundamentam ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin.

A decisão foi tomada no âmbito do Inquérito 4.781, instaurado em 2019 para apurar notícias fraudulentas, denunciações caluniosas, ameaças e outras infrações contra integrantes do Supremo, além de possíveis esquemas de financiamento e divulgação de fake news em massa nas redes sociais.

Na decisão, Moraes determinou que o conjunto de documentos seja encaminhado a Fachin “para as providências que entender necessárias”. Também determinou que a Procuradoria-Geral da República seja comunicada.

De Olho no Cariri

Com Agência Brasil