Criminosos explodem posto de combustíveis na Paraíba, trocam tiros com a PM e roubam R$40 mil

Um grupo criminoso explodiu um posto de combustível por volta das 3h40 da madrugada desta segunda-feira (24), trocou tiros com a Polícia Militar e roubou cerca de R$40 mil. O estabelecimento fica entre os bairros dos Bancários e do Altiplano, em João Pessoa. Segundo informações, uma estrutura de alvenaria, onde ficava o cofre do empreendimento, foi destruída.

De acordo com moradores da Zona Sul da cidade, eles ouviram barulhos das explosões e acionaram a PM. Conforme a corporação, chegando no local, os agentes encontraram duas duplas em motocicletas. Houve troca de tiros, mas os suspeitos conseguiram fugir.

As imagens das câmeras de segurança do posto não foram afetadas pela explosão. De acordo com a polícia, as gravações mostram que dois homens chegaram primeiro, em uma motocicleta, e provocaram a explosão na área onde estava o cofre.

Cerca de 20 minutos depois, outras duas duplas, também em motos, chegaram ao local para recolher o dinheiro. Conforme a Polícia Civil, o gerente do posto informou que a quantia roubada foi de cerca de R$40 mil reais.

Como mencionado, a explosão deixou destruída a estrutura de alvenaria onde o cofre do posto estava instalado. O Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) foi acionado para verificar se havia outros explosivos no local, mas nenhum material explosivo foi encontrado.

Durante a ação policial, a PM encontrou um homem sozinho em frente ao posto. Ele informou aos policiais que estava apenas caminhando pela região, mas, segundo a corporação, foi considerado suspeito. Ele foi preso e encaminhado para a Cidade da Polícia Civil, no bairro do Geisel, na Capital.

A PC foi chamada para fazer a perícia no posto de combustíveis. Segundo as autoridades policiais, as investigações continuam para identificar e prender os suspeitos envolvidos no ataque ao empreendimento.

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Aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) sem biometria facial nas bases do governo federal voltaram a poder contratar empréstimos consignados. A autorização poderá ser feita pelo aplicativo Meu INSS, com acesso por dados bancários.

A mudança já está em vigor, após a publicação da Instrução Normativa 213 do INSS, na última quarta-feira (19).

PRINCIPAIS MUDANÇAS

A nova regra altera procedimentos para contratação e portabilidade do consignado.

Os principais pontos são:

  • Beneficiários sem biometria facial poderão autorizar o empréstimo pelo Meu INSS, usando dados bancários;
  • Na portabilidade, o segurado deverá assinar um termo específico no aplicativo;
  • O banco que receber o contrato terá 20 dias para confirmar a transferência. Sem confirmação, a operação será cancelada;
  • O desconto no benefício só poderá ocorrer após o banco enviar a documentação exigida ao INSS;
  • As instituições terão de informar, em até sete dias úteis, os dados do depósito do empréstimo na conta do beneficiário;
  • A autorização do desconto não poderá ser feita por telefone nem comprovada por gravação de voz.


REQUISITOS DE SEGURANÇA

A biometria facial havia sido adotada em agosto do ano passado, como requisito para reforçar a segurança e combater fraudes após a série de escândalos no INSS no ano passado. A tecnologia continua disponível para quem tem fotos nas bases oficiais, como CNH (Carteira Nacional de Habilitação) e Justiça Eleitoral.

Com as novas regras, quem não tem registro biométrico não ficará impedido de contratar o crédito. Apesar da dispensa da obrigação, o INSS alega que a instrução normativa tem uma série de requisitos para prevenir fraudes.

Depois da autorização do titular, a instituição que receberá o contrato terá 20 dias para confirmar a operação. Se não houver confirmação dentro desse prazo, a transferência será cancelada.

O beneficiário também deverá assinar um termo de autorização no aplicativo Meu INSS. Segundo a nota do instituto, “a exigência reforça a necessidade de anuência expressa do titular para a transferência do contrato”.

PORTABILIDADE

Na transferência de uma dívida para outro banco, o beneficiário deverá assinar um termo de autorização no Meu INSS. Segundo o instituto, “a exigência reforça a necessidade de anuência expressa do titular para a transferência do contrato”.

O INSS determinou que a operação só produza efeitos depois do envio da documentação exigida pela instituição financeira. Antes disso, não haverá desconto no benefício nem repasse de valores à instituição financeira.

A medida inclui contrato, autorização expressa do desconto e informações sobre valor, parcelas, juros e instituição responsável pela operação.

DINHEIRO RASTREADO

Os bancos também terão de informar ao INSS, em até sete dias úteis, os dados do depósito do empréstimo. A medida permitirá cruzar o contrato registrado no benefício com o efetivo recebimento do dinheiro e ajudar na identificação de operações fraudulentas.

O INSS informa que o Meu INSS Vale+, modalidade de antecipação de até R$ 150 do benefício para aposentados e pensionistas, permanece suspenso.