Veneziano diz que chapa ‘Lula, Vené e Ricardo’, está muito identificada entre si e afasta qualquer tipo de recuo

O senador Veneziano Vital (MDB), pré-candidato ao Governo do Estado, negou ontem (5) qualquer possibilidade de recuo na sua postulação, bem como do ex-governador e pré-candidato ao Senado Ricardo Coutinho (PT).

“Desde que Lula participou por vários momentos da composição da chapa, Veneziano/Ricardo, Ricardo e Veneziano juntos aos companheiros emedebistas e petistas que realmente têm compromisso com o projeto de Lula, foi daí que no dia 21 de fevereiro ao sermos lançados ao Governo do Estado e ao Senado, respectivamente (Eu e Ricardo), eu digo, não há absolutamente é nula a chance de se discutir senão a nossa candidatura, nós vamos com Lula lá, Vené cá e Ricardo nosso Senador. É claro que evidentemente isso incomoda, os que sabem e são sabedores que essa é uma composição que incomoda e é muito identificada entre si, diferente de outras que ouvimos todos esses ruídos, nós estamos aqui coesos com Lula, Vené e Ricardo”, disse Veneziano.

 

Com PB Agora

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB