UEPB aprova auxílio financeiro para estudantes prejudicados com adiamento das aulas presenciais

 

A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) aprovou, na terça-feira (28), a criação de um auxílio financeiro temporário para estudantes prejudicados com o adiamento das aulas presenciais.

Anteriormente, o retorno das aulas teóricas presenciais estava previsto para fevereiro e foi adiado para abril após o aumento de casos de Covid-19.

Antes do adiamento, vários estudantes haviam se programado para o retorno em fevereiro, e até se deslocado para as cidades em que estudam.

Bolsa vai ser paga em duas modalidades; veja valores

O auxilio será destinado aos alunos de municípios diferentes daqueles em que está localizado o câmpus em que estudam e que comprovarem, por meio de contrato de locação ou outro documento, os custos para fixação de residência no período de 3 de janeiro a 21 de fevereiro.

A universidade pretende oferecer duas modalidades de bolsa. Uma no valor de R$ 506, para estudantes que comprovarem que moram sozinhos; e outra no valor de R$ 253, para os que comprovarem que moram com um ou mais estudantes.

 

Com Jornal da Paraíba

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB