Secretária de Saúde confirma demissões em hospitais e atribui medida a “enxugamento da máquina pública”

roberta-abath-800x533Em nota, a Secretaria de Saúde do Estado explicou as demissões de servidores temporários na rede hospitalar e creditou a decisão a ajustes, racionalização e enxugamento da máquina para garantia da continuidade do serviço, sem prejuízos à comunidade. “Foi necessário um redimensionamento de pessoal das unidades de saúde, bem com uma redefinição de perfil”, diz a nota.

Nos principais hospitais regionais do Estado houve notícia de demissões. Servidores manifestaram desapontamento. O assunto ganhou destaque na sessão de ontem da Assembleia Legislativa.

A secretária de Saúde, Roberta Abath (foto), foi convocada pela Comissão de Saúde da Casa para prestar explicações.

Confira a nota na íntegra:

O governo do Estado da Paraíba possui uma das maiores redes de serviços próprios de saúde do país. Hoje, são gerenciados pelo Governo Estadual 33 hospitais, quatro Unidades de Pronto Atendimento (UPAS), 23 unidades entre postos de coleta e bancos de leite, e 10 hemonucleos e 2 hemocentros que constituem uma complexa hemorrede e serviços de apoio diagnóstico e laboratorial. O poder Executivo da Paraíba dá suporte ainda a regionalização da saúde através de 12 gerencias regionais, garantindo acesso, acolhimento e atenção de qualidade aos usuários.

O Sistema Único de Saúde vem passando ao longo dos anos por questões de subfinanciamento. Nos últimos anos o Governo Federal vem contigenciando recursos e não habilitando novos serviços, fato que se agravou ainda mais em 2015 diante do atual cenário de crise econômica vivenciada no país.

Diante do contigenciamento vivenciado, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) vem adotando medidas administrativas para poder garantir a continuidade do serviço sem prejuízos a comunidade. Entre as ações para o enxugamento da máquina pública, possibilidade de pagamento de folha de pessoal, do décimo terceiro, realização de mais procedimentos e serviços realizados pela secretaria foi necessário um redimensionamento de pessoal das unidades de saúde, bem com uma redefinição de perfil.

A Secretaria de Estado da Saúde vem reforçando o papel e missão de cada serviço e não admite que afirmações, com objetivos claramente políticos, desvirtuem as medidas administrativas tomadas.

A Secretaria explica ainda que as medidas administrativas realizadas visam a racionalidade e otimização dos recursos públicos de um Sistema que precisa garantir a universidade e equidade da atenção a saúde.

Ações necessárias para que possamos dar continuidade a prestação de serviços em todas as unidades estaduais de saúde.

com MaisPB

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil