São Pedro de Assunção mais uma vez repete sucesso de anos anteriores

sao pedro assunçãoA 27ª edição da festa de  São Pedro de Assunção realizada neste ultimo fim de semana foi considerado sucesso de público e de organização, registrando um público de aproximadamente 25 mil pessoas durante os festejos juninos fora de época.

A festa começou logo na sexta-feira, com apresentação de quadrilhas e muito arrasta pé com Forrozão Show dos 3, além de Lua Pegada Quente.

No sábado, apesar da chuva que caiu em Assunção durante o dia e no início da noite, foi registrado o maior público do evento, com cerca de 10 mil pessoas prestigiando Forrozão Aruanda, Chapéu de Palha e a grande atração da noite, Saia Rodada, que levou o público ao delírio tocando músicas que é sucessos em todo o Brasil.

Já no domingo, o arrasta pé começou as 16 horas com o forró do turista sendo animado por Bixo Bom, Filhos do Forró, Os 3 Nordestinos do Forró e Forró dos Plays.

O evento, realizado pela Prefeitura Municipal por intermédio da secretaria de cultura, é um dos mais prestigiados da região e este ano provou mais uma vez que já faz parte do calendário dos forrózeiros de plantão tanto da Paraíba quanto de outros estados, a exemplo do Rio Grande do Norte e Pernambuco.

Os pequenos comerciantes comemoraram o bom resultado do São Pedro, que trouxe renda extra para eles devido a grande movimentação de pessoas durante os 3 dias da festa.

A Polícia Militar estava presente com vários homens e viaturas para dar segurança aos forrozeiros.

O prefeito, Rafael Oliveira (PSD) e lideranças locais, a exemplo de secretários, vereadores e o ex-prefeito, Vogel (2005 – 2012), participaram ativamente das festividades.

No sábado a noite, Vogel recebeu em sua residência para um jantar, o presidente do PTB paraibano e ex-senador, Wilson Santiago, que fez questão de se divertir com o povo assunçãoense.

Com Heleno Lima

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil