Paraibana consegue fugir de guerra na Ucrânia e retorna à Paraíba com marido e sogra; Chegada está prevista para domingo

Após mais de um mês de guerra da Rússia contra a Ucrânia, a paraibana Silvana Pilipenko conseguiu fugir da cidade de Mariupol, que foi uma das atingidas pelos bombardeios russos. Em entrevista ao ClickPB, nesta sexta-feira (8), o secretário executivo da Secretaria Estadual de Representação Institucional (SERI-PB), Adauto Fernandes, explicou que a chegada dela está prevista para o próximo domingo (10).

A paraibana deixa o país e retorna à João Pessoa, com seu esposo e sua sogra. “Ela conseguiu deixar o país em guerra após duas tentativas. A família já está viajando. O contato é difícil por estarem dentro de trens e aviões. A chegada na Paraíba acontece neste domingo”.

O salvamento da paraibana aconteceu com a contratação de um motorista feito pelo filho de Silvana, Gabriel Pilipenko, que está na Alemanha e providenciou o transporte para retirar a mãe da Ucrânia.

A última vez que a família teve contato com Silvana foi no dia 2 de março. Desde então parentes dela passaram a procurar o paradeiro da artesã. O drama mobilizou autoridades paraibanas e brasileiras em busca de novos contatos e notícias.

“Aproximadamente 16 paraibanos procuraram a embaixada para regularizar a sua entrada na Ucrânia ano passado. Após a guerra, levantamos informações de paraibanos que foram para países próximos, outros que optaram por permanecer e o caso da Silvana, que preferiu voltar ao Brasil”, disse o secretário ao ClickPB.

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB