No Dia Mundial de Conscientização do Autismo, Carol Gomes relembra sua trajetória em defesa da causa

Hoje (2), celebra-se o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. Para a vereadora Carol Gomes, uma data importante por todo o seu simbolismo e também por poder olhar para trás e enxergar que, apesar de tantos desafios que ainda temos que superar, já são significativos os avanços que conseguimos para esta causa.

“Lembro como se fosse hoje daquele dia especial no ano de 2005 onde tive o privilégio de, enquanto fisioterapeuta, atender meu primeiro paciente autista. Uma experiência que se tornou um divisor de águas na minha vida, como profissional e, principalmente, como ser humano”, disse Carol.

Desde então, o autismo tornou-se uma causa que Carol levou para sua vida, por respeito e por empatia.

Nessa longa caminhada fez parte da equipe fundadora do Caps Infantil – Centro Campinense de Intervenção Precoce; se voluntariou em atendimentos nesta área; participou do NASF – Núcleo de Atenção à saúde da Família dos municípios de Queimadas e Campina Grande; como educadora inseriu o conteúdo sobre saúde mental na grade curricular do curso de fisioterapia, também tendo a oportunidade de ministrar este tópico; idealizou o NAISM – Núcleo de Atenção Integral à Saúde Mental do município de Boa Vista; e integra a Frente Parlamentar em Defesa dos Raros e Autistas da CMCG e a Comissão em defesa de Autistas e Raros da OAB Campina Grande.

“Sigo, assim como deve ser, dando protagonismo a esta causa, lutando por melhorias, respeito e inclusão, não só no dia de hoje, mas de Abril a Abril”, reforçou.

 

De Olho no Cariri

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB