Jogo entre Argentina e Brasil é adiado pela chuva forte

chuva jogoA forte chuva que caiu em Buenos Aires adiou o jogo entre Argentina e Brasil. A partida válida pela terceira rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018 será disputada nesta sexta-feira (13), às 22 horas (de Brasília).

Choveu durante todo o dia na capital argentina, mas a água que caiu a uma hora do apito inicial prejudicou, e muito, o gramado do Monumental de Nuñez. Funcionários do estádio tentaram, em vão, desfazer as poças até que o árbitro paraguaio Antonio Arias decidiu pelo adiamento da partida.

A comissão de arbitragem naturalmente ouviu as duas equipes, que tinham prioridades diferentes para a realização da partida. A Argentina queria jogar às 20 horas (local), enquanto o Brasil preferia uma hora mais tarde.

“Tivemos uma reunião com árbitros e presidente da Associação Argentina e não temos condições. Há uma previsão metereológica, oficial, de que a chuva vai piorar. Não há condições para os atletas jogarem. Foi uma decisão em comum acordo. O juiz nos perguntou se queríamos esperar uma hora, mas não há necessidades”, disse Gilmar Rinaldi, coordenador de seleções da CBF.

Sem poder contar com Aguero, Tevez e Messi, a seleção argentina tem problemas para enfrentar o Brasil. Já o time do técnico Dunga conta com a volta do craque Neymar. A tendência é que ele seja escalado ao lado de Ricardo Oliveira, com Willian e Lucas Lima na armação.

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri