Deputado Inácio Falcão é pré-candidato a prefeitura de CG pelo PCdoB

A Executiva Nacional do PC do B deliberou pela pré-candidatura de Inácio Falcão a prefeito de Campina Grande. O deputado estadual foi escolhido pela legenda e entra para o roll dos primeiros nomes a serem confirmados para o pleito de 2019. A decisão tomada foi liderada pela presidente nacional do PCdoB, Luciana Santos.

Segundo o deputado, o partido precisa abrir a discussão aprofundada entre os partidos que são da oposição para obter êxito nas eleições de 2020. “Para construir uma candidatura única e pra que a oposição possa sair fortalecida e não acabar incorrendo no mesmo erro de 2016”, avaliou.

Para a presidente, esta é uma questão estratégica do partido, que tem ampliado e estimulado nomes importantes a disputarem as principais cidades do Nordeste, e o nome de Inácio Falcão já foi testado e aprovado. Ele preenche os pré-requisitos de um candidato, já que foi o deputado estadual mais votado de Campina Grande nesta última eleição, além do compromisso com os anseios da população campinense.

Inácio destacou que se sente gratificado e sabe o tamanho da responsabilidade que vai abraçar. “Sei o tamanho da responsabilidade de entrar numa disputa que tem que pensar uma cidade produtiva, que gere emprego e renda, e se desenvolva. Aqui reafirmo meu compromisso em primeiro lugar com a população campinense de que vou lutar para aumentar a qualidade de vida na região”, afirmou ele após a confirmação do partido ao seu nome.

Com Click PB

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB