Conselheiro tutelar de Gurjão irá representar a região do Cariri paraibano na etapa nacional da Conferência dos Direitos da Criança e do Adolescente

Aconteceu no último dia 05 e 06 de julho, a XI Conferência Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente, promovida pelo Governo da Estado, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (Sedh) e pelo Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca-PB).

Em evento foi realizado no Centro de Convenções, em João Pessoa, cerca de 180 municípios paraibanos estiveram representados no evento, cujo objetivo do evento foi debater e deliberar sobre a política de crianças e adolescentes no Estado da Paraíba. 

Do momento conferencial, que tem como tema: “Situação dos direitos humanos de crianças e adolescentes em tempo de pandemia da Covid 19: violações e vulnerabilidades, ações necessárias para reparação e garantia de políticas de proteção integral com respeito à diversidade”, sairão elaboradas 25 propostas e eleitos 37 delegados para a etapa nacional da Conferência que será realizada, em novembro deste ano, em Brasília.

Dos 37 delegados estaduais escolhidos, 05 vagas foram destinadas para conselheiros tutelares do estado, dentre eles, o conselheiro tutelar gurjãoense Thalis Morais saiu vencedor e irá representar o município de Gurjão e a região do Cariri paraibano na etapa nacional da Conferência, em Brasília.

Toda a viagem e hospedagem ser]ao custeadas pelo Governo da Paraíba. Thalis Morais foi eleito conselheiro tutelar na última eleição de 2019, e foi eleito o conselheiro tutelar mais novo da história da cidade de Gurjão.

De Olho no Cariri

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB