Ruy Carneiro terá que excluir vídeo com fake news contra Cícero Lucena, após decisão judicial

O pré-candidato a prefeito de João Pessoa, Ruy Carneiro (Podemos) terá que excluir um vídeo em que traz informações falsas contra o prefeito da capital, Cícero Lucena. A decisão é do juiz Adilson Fabrício Gomes Filho, da 1ª Zona Eleitoral e foi divulgada no fim da manhã desta sexta-feira (19).

No vídeo, divulgado no Instagram, Ruy cita que Cícero estaria sendo investigado em duas operações da Polícia Federal e teria sido condenado no Tribunal Regional Federal da 5º Região e no Tribunal de Contas da União. No entanto, em consultas nas duas cortes, o magistrado negou que há registro de condenações contra o atual gestor.

O juiz deu um prazo de 24h para que Ruy retire a peça publicitária do ar, sob pena de multa no valor de R$ 5 mil reais, em caso de descumprimento. A defesa terá dois dias para apresentar uma justificativa.

Portal Correio

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri