Pollyanna critica antecipação e defende João como condutor de 2026: ‘Ele é nosso líder’

A secretária de Desenvolvimento Humano da Paraíba, Pollyanna Dutra (PSB), criticou, na noite desta terça-feira (30), a antecipação das eleições de 2026. Em entrevista, ela defendeu o debate sobre projetos coletivos, o papel do governador João Azevêdo (PSB) como o “grande condutor da sucessão” e a necessidade de se ouvir  o presidente Lula (PT).

“Não se pode antecipar. Não se há motivo para antecipar 2026 se ainda estamos em 2024. João tem tido que o foco é no trabalho. Agora, nenhuma posição sobre o futuro deve ser tomada sem consultar João Azevêdo e o presidente Lula. João é nosso maior líder e precisamos consultar sempre o Planalto”, avaliou Pollyanna.

A ex-candidata ao Senado da Paraíba pelo PSB ressaltou a importância de se discutir projetos de Estado, a partir dos assuntos e desafios do cotidiano da população, acima das discussões partidárias ou desejos individuais.

“Eu acho que na Paraíba temos que ter um projeto. O PSB tem projeto, João tem projeto social. O povo que está acordando cedinho quer saber se amanhã vai ter alimento. É necessário, então, apresentar um projeto para o Estado. O projeto não pode ser pessoal e sim coletivo”, enfatizou.

“João está pronto para qualquer cenário”

O saldo da gestão do governador João Azevêdo credencia o governador para qualquer cenário em 2026, defendeu Pollyanna durante a entrevista.

“João é um nome pronto. O arcabouço que ele deixa na Paraíba, o legado, seja em obras estruturantes, seja na área social, na Educação, na Saúde, elevou muito a Paraíba no patamar da boa política. A gente devolve a Paraíba aos paraibanos com uma gestão muito bem qualificada. Eu, por exemplo, sinto muito orgulho de dizer em Brasília, ou em qualquer lugar, que sou da Paraíba”, elevou.

Na opinião de Pollyanna, essa acervo administrativa “qualifica João Azevêdo para qualquer posição que ele queira”. “Ele está pronto para qualquer cenário político”, projetou a ex-prefeita de Pombal.

Mais PB

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Pesquisa técnica do Instituto de Pesquisa (IP) revela que cada R$ 1,00 investido pelo município gerou R$ 15,48 em circulação direta no comércio, serviços e polo têxtil local.

SÃO DOMINGOS DO CARIRI (PB) — O 3º Festival da Costura, realizado nos dias 09, 10 e 11 de outubro de 2026, consolidou-se como o maior indutor econômico e cultural do Cariri paraibano. Levantamento estatístico presencial auditado pelo Instituto de Pesquisa (IP) aponta que o evento movimentou entre R$ 2,4 milhões e R$ 3,1 milhões em injeção direta de recursos na cidade, reunindo um público estimado entre 15 mil e 20 mil visitantes.

Com um investimento público referencial de R$ 180 mil na infraestrutura e atrações, o estudo demonstrou um retorno sobre investimento (ROI) socioeconômico de 1.448%. Na prática, cada R$ 1,00 aplicado pela gestão municipal resultou no retorno direto de R$ 15,48 circulando nos caixas de restaurantes, pousadas, lojas, barracas e confecções da cidade.

Aprovação recorde dos serviços públicos

A pesquisa científica, realizada com 200 entrevistas georreferenciadas via GPS e áudio, destacou índices de satisfação comparáveis aos padrões de grandes centros urbanos:

  • Avaliação Geral: 85% dos entrevistados deram notas 9 ou 10 (Excelente) ao evento, totalizando 99% de aprovação positiva.
  • Segurança Pública: 98,6% de aprovação positiva entre moradores e turistas.
  • Limpeza Urbana e Sanitários: 97,2% de avaliações ótimas e boas.
  • Organização e Shows: Mais de 95% de satisfação popular.
  • Índice de Recomendação: 99,3% dos visitantes afirmaram que recomendam a festa e 97,2% têm presença garantida na próxima edição.

Comércio aquecido e valorização do polo têxtil

O impacto fora do pátio de eventos também foi imediato. Entre os comerciantes locais fixos, 64,5% confirmaram aumento direto nas vendas, e 61,3% realizaram contratações temporárias ou reforço de estoque para atender à demanda.

Nos estandes da feira, 100% dos expositores e costureiros afirmaram que o festival fortalece a identidade econômica de São Domingos do Cariri. Além das vendas diretas, 65,2% dos confeccionistas destacaram o ganho de visibilidade da marca e 43,5% fecharam contatos para encomendas futuras no atacado.

O gasto médio individual do público ficou em R$ 159,25 por pessoa, com destaque para os turistas regionais (R$ 185,29) e comerciantes (R$ 245,16). Os dados comprovam que o Festival da Costura deixou de ser apenas uma festividade tradicional para se firmar como uma política pública de desenvolvimento regional, geração de emprego e renda sustentável.

Com Ascom