Lucas Ribeiro desconversa sobre Daniella como suplente: “Tem que perguntar a Nabor ou a João”

“Essa aí você tem que perguntar a Nabor ou a João”. A resposta foi dada pelo governador e pré-candidato à reeleição, Lucas Ribeiro (PP), nesta segunda-feira (03), ao ser questionado sobre a possibilidade de a senadora Daniella Ribeiro (PP) integrar uma das chapas majoritárias como primeira suplente nas eleições deste ano.

Sem confirmar a articulação, Lucas evitou comentar diretamente sobre a composição e atribuiu a definição aos principais envolvidos nas tratativas: o ex-prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos), cotado para uma das vagas ao Senado, e o ex-governador João Azevêdo (PSB), que também participa das negociações para a formação da chapa governista.

Nos bastidores, a informação é de que Daniella Ribeiro estaria sendo avaliada para ocupar a primeira suplência de Nabor Wanderley. A possível composição seria vista como um gesto de aproximação e fortalecimento da aliança entre Progressistas e Republicanos, que integram a base de apoio ao projeto de reeleição de Lucas Ribeiro.

A expectativa é que as definições sejam anunciadas nos próximos dias. Segundo informações de bastidores, João Azevêdo já teria fechado os nomes dos seus dois suplentes ao Senado, tanto o primeiro quanto o segundo, mas a divulgação oficial deve ocorrer apenas na quarta-feira, data da convenção.

No último final de semana, a senadora Daniella marcou presença em plenária no Conde, ao lado de Nabor, João e Lucas.

PB Agora

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Presidente da Câmara dos Deputados e candidato à reeleição como deputado, Hugo Motta (Republicanos) declarou apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições desse ano. Motta confirmou sua posição em entrevista na Paraíba nesta segunda-feira (10).

A fala de Hugo Motta aconteceu na posse da advogada Giovanna Mayer como desembargadora do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB).

“Iremos declarar esse apoio ao presidente, porque é o presidente que converge com aquilo que pensamos ser o melhor para o país, então eu estava aguardando a posição do partido para que pudesse trazer de público a nossa posição, e a nossa posição está sendo aqui revelada em primeira mão, de apoio ao presidente Lula em seu projeto de reeleição”, disse.

O presidente da Câmara Federal disse que como o partido dele, o Republicanos, declarou neutralidade à nível nacional na disputa eleitoral da Presidência da República, isso possibilitou o apoio a campanha de Lula.

“Eu estava aguardando o meu partido se posicionar. O Republicanos, em nível nacional, declarou a posição de neutralidade, ou seja, liberando os diretórios estaduais e os seus membros para apoiar ali a candidatura nacional, quem entender ser a candidatura melhor para o país”, disse.

Decisão do Republicanos

O Partido Republicanos anunciou no dia 4 de agosto que iria adotar uma posição de neutralidade na disputa pela Presidência da República nas eleições deste ano.

A decisão foi formalizada na convenção do partido em Brasília e, segundo o presidente da legenda, é um entendimento firmado após a diretoria nacional ouvir a posição de escritórios da legenda em todo o país.

A decisão do Republicanos segue o mesmo posicionamento da federação União Progressistas.

Em nota emitida à época, o partido afirmou que a deliberação foi construída de forma coletiva e levou em consideração o crescimento da legenda nos estados, além das diferentes realidades políticas e alianças regionais formadas ao longo dos últimos anos.

“A posição de independência na disputa presidencial não representa ausência de princípios nem de posicionamento político”, afirmou o Republicanos. Segundo a sigla, a decisão busca preservar a autonomia das lideranças estaduais e a unidade partidária.