Homem mata ex-esposa e a mãe dela em Coremas; suspeito não aceitava término

Uma mulher e a mãe dela foram assassinadas a tiros na noite desse domingo (9), em Coremas, na Paraíba. O suspeito do crime é ex-marido da mulher.

De acordo com informações da Polícia Civil, o crime aconteceu por volta das 21h. O criminoso foi à casa da ex-esposa e, ao encontrá-la, começou a tirar diversas vezes contra a mulher. A mãe dela, que também estava na residência, tentou proteger a filha e foi baleada. As duas mulheres não resistiram aos ferimentos e morreram no local.

O homem tentou tirar a própria vida, se feriu e foi socorrido para um hospital da região. Ele foi preso em flagrante e permanece sob custódia na unidade de saúde.

Segundo a Polícia Civil, a principal linha de investigação do crime é a não aceitação do fim do relacionamento por parte suspeito.

O caso continua sob investigação.

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  • Polícia Militar – 190
  • Polícia Civil – 197
  • Disque denúncia contra violência doméstica – 180
  • Delegacias da Mulher (Deam), com plantão 24 horas
  • Delegacia on-line – www.delegaciaonline.pb.gov.br
  • Central de Atendimento às Mulheres (WhatsApp) – (61) 9610-0180

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB