‘Carreta do transformador’ segue viagem na BR-230 e chama atenção da população na Paraíba

A ‘carreta do transformador’ segue chamando atenção por onde passa. Com mais de 300 pneus e com comboio pesando mais de 600 toneladas, a carreta está na manhã desta quinta-feira (20) parada em um trecho da BR-230, em Santa Rita, próximo ao Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, sentido João Pessoa-Campina Grande.

A previsão era de que o comboio, que está se deslocando durante a noite de madrugada, parasse em Bayeux, porém ele acabou fazendo um percurso maior e parando em Santa Rita.

Até ontem (19) a carreta estava na região de Mata Redonda, em Alhandra. “Às 05h00, escolta da carga encerrada no km 36 da Br 230 sentido João Pessoa – Campina Grande”, informou a Polícia Rodoviária Federal (PRF) em nota à imprensa.

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri