Candidato ao Governo da Paraíba declara apenas R$ 353,89 em patrimônio ao TSE

O candidato da Unidade Popular (UP) ao Governo da Paraíba, Yuri Ezequiel, declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 353,89 para as eleições de 2026. O valor corresponde ao saldo de uma conta poupança.

A informação consta no pedido de registro da chapa apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e disponibilizado para consulta pública. A candidata a vice-governadora na chapa, Carminha Lourenço (UP), não declarou bens ou valores à Justiça Eleitoral.

Na declaração apresentada por Yuri Ezequiel, não aparecem imóveis, veículos ou outros bens. O único patrimônio informado pelo candidato é o saldo da conta poupança, no valor de R$ 353,89.

O valor declarado em 2026 é superior ao informado pelo candidato nas eleições municipais de 2024, quando disputou a Prefeitura de João Pessoa também pelo partido Unidade Popular. Na ocasião, Yuri Ezequiel declarou possuir R$ 187,21 em uma conta poupança.

Naquele ano, portanto, o candidato não havia declarado outros bens à Justiça Eleitoral.

A declaração de patrimônio faz parte dos documentos apresentados pelos candidatos no processo de registro de candidatura e fica disponível para consulta pública no sistema da Justiça Eleitoral.

Com PB Agora

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A Polícia Federal cumpriu, nesta quinta-feira (13), 17 mandados de busca e apreensão para endereços na Paraíba, São Paulo, Sergipe, Rio de Janeiro e Paraná. A Operação Arena foi autorizada pela 4ª Vara Federal da Paraíba e determinou o sequestro de bens e valores de até R$ 1,1 bilhão de empresas investigadas, entre elas, a PixBet, plataforma paraibana de apostas, suspeita de ocultação da origem e movimentação de recursos faturados com jogos de azar e apostas esportivas.

Na Operação Arena, a Justiça determinou quebras de sigilos bancário e telemático. Conforme a Polícia Federal, os suspeitos usaram empresas e estruturas financeiras fora do país  para movimentar recursos ilegais. A PF quer saber a origem para foi o dinheiro.

Segundo as investigações, foram identificadas movimentações financeiras suspeitas superiores a R$ 2 bilhões entre 2022 e 2025.

A Operação congrega uma força-tarefa formada por Ministério Público Federal, Polícia Federal, Receita Federal e Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.

Os investigados devem responder criminalmente por evasão de divisas, lavagem de dinheiro e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.

A Polícia Federal explicou como se dá a operação dos recursos faturados ilegalmente. Confira abaixo:

Com Mais PB