Candidato ao Governo da Paraíba declara apenas R$ 353,89 em patrimônio ao TSE

O candidato da Unidade Popular (UP) ao Governo da Paraíba, Yuri Ezequiel, declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 353,89 para as eleições de 2026. O valor corresponde ao saldo de uma conta poupança.

A informação consta no pedido de registro da chapa apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e disponibilizado para consulta pública. A candidata a vice-governadora na chapa, Carminha Lourenço (UP), não declarou bens ou valores à Justiça Eleitoral.

Na declaração apresentada por Yuri Ezequiel, não aparecem imóveis, veículos ou outros bens. O único patrimônio informado pelo candidato é o saldo da conta poupança, no valor de R$ 353,89.

O valor declarado em 2026 é superior ao informado pelo candidato nas eleições municipais de 2024, quando disputou a Prefeitura de João Pessoa também pelo partido Unidade Popular. Na ocasião, Yuri Ezequiel declarou possuir R$ 187,21 em uma conta poupança.

Naquele ano, portanto, o candidato não havia declarado outros bens à Justiça Eleitoral.

A declaração de patrimônio faz parte dos documentos apresentados pelos candidatos no processo de registro de candidatura e fica disponível para consulta pública no sistema da Justiça Eleitoral.

Com PB Agora

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil