Após silêncio sobre definição de vice, Adriano Galdino reaparece na ALPB e diz: “Apesar dos pesares, estou firme e forte”

Após dias de silêncio e de não participar da convenção “Pra Cima, Paraíba”, o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino (Republicanos), voltou a comandar uma sessão ordinária da Casa nesta terça-feira (11) e chamou atenção pelo tom de seu discurso.

Apontado como um dos nomes mais cotados para ocupar a vaga de vice na chapa de Lucas Ribeiro (PP), Adriano não esteve na convenção que homologou Lucas para o Governo e João Azevêdo (PSB) e Nabor Wanderley (Republicanos) para o Senado – mas deixou a definição do vice em aberto.

“Apesar dos pesares, estou aqui, firme e forte e determinado a dar o meu melhor para que a gente possa, cada vez mais, construir uma Paraíba mais justa para todos”, afirmou Galdino durante a sessão.

A declaração ganha repercussão pelo momento político, em meio às articulações para fechar a chapa governista. Apesar do contexto, Adriano não relacionou diretamente a fala à disputa pela vice nem explicou sua ausência na convenção.

Com Portal Poder Paraíba

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A Polícia Federal cumpriu, nesta quinta-feira (13), 17 mandados de busca e apreensão para endereços na Paraíba, São Paulo, Sergipe, Rio de Janeiro e Paraná. A Operação Arena foi autorizada pela 4ª Vara Federal da Paraíba e determinou o sequestro de bens e valores de até R$ 1,1 bilhão de empresas investigadas, entre elas, a PixBet, plataforma paraibana de apostas, suspeita de ocultação da origem e movimentação de recursos faturados com jogos de azar e apostas esportivas.

Na Operação Arena, a Justiça determinou quebras de sigilos bancário e telemático. Conforme a Polícia Federal, os suspeitos usaram empresas e estruturas financeiras fora do país  para movimentar recursos ilegais. A PF quer saber a origem para foi o dinheiro.

Segundo as investigações, foram identificadas movimentações financeiras suspeitas superiores a R$ 2 bilhões entre 2022 e 2025.

A Operação congrega uma força-tarefa formada por Ministério Público Federal, Polícia Federal, Receita Federal e Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.

Os investigados devem responder criminalmente por evasão de divisas, lavagem de dinheiro e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.

A Polícia Federal explicou como se dá a operação dos recursos faturados ilegalmente. Confira abaixo:

Com Mais PB