Ruan Macário, condenado pela morte do motoboy Kelton Marques, é solto após três anos preso

Ruan Ferreira de Oliveira, mais conhecido como Ruan Macário, foi solto após três anos preso. Condenado pela morte do motoboy Kelton Marques, Ruan deixou a Penitenciária Padrão de Catolé do Rocha nesta quarta-feira (07) após ser colocado em liberdade pela Justiça da Paraíba.

Em abril de 2025 a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba decidiu reduzir a pena de Ruan para oito anos e quatro meses de prisão em regime inicialmente fechado. Anteriormente, a pena havia sido fixada em 13 anos e quatro meses de prisão.

Ruan foi condenado a dez anos de prisão em regime fechado pela morte do motoboy Kelton Marques, um caso que gerou muita repercussão em toda a Paraíba, em 11 de setembro de 2021. O motoboy faleceu após colisão entre carro e moto em um cruzamento no Retão de Manaíra.

De acordo com a investigação policial e vídeos divulgados na época do caso, Ruan trafegava a mais de 160 km/h pelo Retão de Manaíra quando avançou um sinal vermelho e colidiu contra a moto e acabou provocando a morte de Kelton Marques. O motoboy havia encerrado o trabalho e estava se deslocando para casa durante a madrugada.

Após o acidente, Ruan fugiu do local e só se entregou para a polícia após dois anos, quando foi preso. O júri popular que fixou a pena de Ruan Macário aconteceu em dezembro de 2023.

Em 2024, uma decisão liminar da 4° Vara Mista de Santa Rita determinou que Ruan Macário deve pagar uma pensão à família do motoboy. Pelo que ficou estabelecido, Ruan deveria pagar 2/3 de 1,5 salário mínimo, o que equivale a R$ 1.518 (o atual salário mínimo) para contribuir com o sustento da esposa e das duas filhas de Kelton Marques.

Com ClickPB

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou nesta quinta-feira (3) o sigilo de decisão que aponta supostas irregularidades na atuação do ministro André Mendonça na relatoria de processos relacionados às operações Sem Desconto e Compliance Zero.

Moraes encaminhou a decisão e os relatórios de inteligência da Polícia Federal que a fundamentam ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin.

A decisão foi tomada no âmbito do Inquérito 4.781, instaurado em 2019 para apurar notícias fraudulentas, denunciações caluniosas, ameaças e outras infrações contra integrantes do Supremo, além de possíveis esquemas de financiamento e divulgação de fake news em massa nas redes sociais.

Na decisão, Moraes determinou que o conjunto de documentos seja encaminhado a Fachin “para as providências que entender necessárias”. Também determinou que a Procuradoria-Geral da República seja comunicada.

De Olho no Cariri

Com Agência Brasil