Prefeito Onildo se reúne com SENAI-PB para fortalecer parcerias e ampliar cursos profissionalizantes na área de costura em São Domingos do Cariri

O prefeito de São Domingos do Cariri, Onildo Lindberg Ananias da Silva, realizou uma importante reunião na manhã desta quinta-feira (07), com representantes do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial da Paraíba (SENAI-PB) Rômulo Farias, e o representante da sala do empreendedor do munícipio Geandre Alves, com o objetivo de firmar parcerias em 2025, para a criação e expansão de mais cursos técnicos na cidade. Entre os principais tópicos discutidos, estavam a implementação de cursos técnicos nas áreas de costura, como modelagem e mecânica de máquinas industriais, visando capacitar a mão-de-obra local e estimular o desenvolvimento econômico.

O prefeito ressaltou a importância de oferecer à população oportunidades de formação técnica que possam resultar em mais vagas de trabalho e qualificação profissional para o mercado de confecção, que vem ganhando força na região. Com o apoio do SENAI-PB, a cidade espera iniciar um curso de Modelista, voltado ao desenvolvimento de moldes e padrões para vestuário, e o curso de Mecânico de Máquina Industrial, que terá como objetivo capacitar os alunos a realizarem manutenções e reparos em equipamentos industriais, essenciais para o setor.

É importante frisar que essa parceira já possibilitou no município recentemente o curso de Costura Industrial, o município também contou com a importante parceria com o SENAI/PB, durante dos 3 dias do 1° Festival da Costura, e o apoio para trazer desenvolvimento nas áreas da Cofecção.

A iniciativa visa criar novas oportunidades de trabalho e estimular a economia local. A expectativa é que os cursos tragam benefícios tanto para jovens em busca do primeiro emprego quanto para profissionais já atuantes no setor, que terão a chance de aprimorar suas habilidades e ampliar seu campo de atuação.

“Essa parceria com o SENAI representa um avanço significativo para nossa cidade. Estamos comprometidos em oferecer aos nossos cidadãos mais qualificação profissional, o que vai ao encontro dos nossos esforços para fomentar o setor têxtil e de confecção em São Domingos do Cariri”, destacou o prefeito Onildo.

ASCOM

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil