Prefeito caririzeiro declara apoio à pré-candidatura de Lucas Ribeiro para o Governo do Estado

O prefeito de Caraúbas, Nerivan, anunciou nesta terça-feira (30) apoio à pré-candidatura do vice-governador Lucas Ribeiro ao Governo da Paraíba. O encontro marcou a oficialização da aliança, que contou ainda com a presença do do vice-prefeito, Tomaz Bezerra e do presidente da Câmara Municipal, Pedro Correia.

Com a decisão, as principais lideranças políticas do município deixam a oposição e passam a integrar a base governista. O grupo ressaltou que a escolha se deu pela expectativa de garantir mais investimentos para Caraúbas e fortalecer a parceria administrativa com o Governo do Estado.

De acordo com o prefeito Nerivan, a união representa um passo importante para o futuro do município. “Estamos confiantes de que, com Lucas Ribeiro, teremos um governo aliado que poderá contribuir de forma efetiva para o desenvolvimento de Caraúbas”, afirmou.

O vice-governador Lucas Ribeiro destacou a importância do apoio e se comprometeu a trabalhar em prol do município. “É uma satisfação contar com essa parceria. Vamos juntos buscar soluções e investimentos que melhorem a qualidade de vida da população de Caraúbas”, declarou.

De Olho no Cariri

Com Blog do Bruno Lira

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O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Edinho Silva, tentou nas últimas horas convencer a direção estadual do partido na Paraíba a modificar a ata que homologou apoio à chapa do governo na Paraíba.

A “determinação” de Edinho foi no sentido de inserir no conteúdo do documento a exigência da vaga de vice para o PT.

O comando do presidente encontrou resistência dos dirigentes da sigla na Paraíba, entre eles, a presidente estadual Cida Ramos.

A manobra só foi contida por interferência de integrantes da executiva nacional da sigla.

Apesar da pressão, o PT da Paraíba decidiu manter o que fora acordado em consonância com o próprio Edinho: a coligação com a chapa do governador Lucas Ribeiro (PP) e os candidatos ao Senado, João Azevêdo (PSB) e Nabor Wanderley (Republicanos).

Internamente, dirigentes petistas na Paraíba interpretaram o movimento como uma interferência que poderia gerar uma nulidade jurídica e reviravolta política.

E, também, como tentativa de manobra articulada por forças externas. As que, pelo visto, ainda não desistiram do apoio do partido na eleição de 2026.

De Olho no Cariri

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