Paraibano Chico César é cotado para o Ministério da Cultura no próximo governo de Lula

O cantor e compositor paraibano Chico César está sendo cotado para assumir o Ministério da Cultura no próximo mandato do presidente Lula, a partir de 2027. Chico César voltou a aparecer entre os cotados de uma possível alteração no cargo que hoje é ocupado pela cantora Margareth Menezes.

Em 2022, quando Lula foi eleito, Chico César chegou a ser cogitado como possível ministro da Cultura. Na época o paraibano apontou outros nomes como sua preferência para a pasta.

Apesar de não haver indicativo de que Margareth Menezes deixe o cargo, é normal que especulações sobre uma eventual substituição aconteçam. Nesta quinta-feira (29), O Globo apontou que novos nomes têm sido discutidos em Brasília para ocupar o Ministério da Cultura. Além de Chico César também são apontados dois baianos: o ator Wagner Moura e a atriz e deputada federal eleita pelo PT, Maria Marighella.

Chico César nasceu em Catolé do Rocha, mas ainda adolescente mudou-se para João Pessoa e posteriormente para o Sudeste do país, onde construiu sua carreira artística, se destacando como compositor e cantor. Na administração pública Chico César já ocupou a presidência da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) em 2009 e foi secretário de Cultura do Estado da Paraíba entre 2011 e 2014, no governo de Ricardo Coutinho.

Maria Marighella foi eleita deputada federal pela Bahia nestas últimas Eleições e já havia sido eleita em 2020 como vereadora de Salvador. Ela acabou se licenciando da cadeira para ocupar a presidência da Fundação Nacional de Artes, a Funarte, que é ligada ao Ministério da Cultura.

Já Wagner Moura, que também é baiano, foi recentemente indicado ao Oscar de Melhor Ator pelo filme “O Agente Secreto”. Com longa carreira artística, Wagner já atuou em novelas, filmes, peças de teatro e séries no Brasil e em outros países.

Todos os cotados se engajaram fortemente na campanha eleitoral do presidente Lula. Apesar disso, colunistas especializados em política não garantem que haverá mudança no Ministério da Cultura.

Com ClickPB

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A edição de outubro do boletim Painel El Niño 2026-2027, divulgado nesta sexta-feira (30), revelou que o fenômeno deve aumentar os desafios relacionados à segurança hídrica e a agricultura no Nordeste nos próximos meses.

O documento foi elaborado pelo INMET, INPE, ANA e CEMADEN. O estudo aponta para a possibilidade de chuvas abaixo da média e temperaturas acima do normal em parte da região entre novembro deste ano e janeiro de 2027.

De acordo com o levantamento, o Nordeste concentra atualmente a situação de seca mais grave do Brasil. Entre agosto e setembro, a área regional classificada com seca grave passou de 16% para 28%, com impactos que vão desde a escassez de água até prejuízos à agricultura familiar.

Paraíba

A Paraíba possui municípios classificados nos níveis de Atenção e Observação do Alerta de Seca na Agricultura Familiar, indicando a necessidade de acompanhamento das condições climáticas e dos possíveis impactos sobre as comunidades rurais.

Segundo o CEMADEN, o impacto na agricultura paraibana deve afetar o plantio de feijão e milho.

A previsão climática também preocupa o setor produtivo. No semiárido nordestino, a expectativa de chuvas abaixo da média pode reduzir a disponibilidade de água para os rebanhos, diminuir a oferta de pastagem e aumentar a necessidade de irrigação.

O fenômeno El Niño foi identificado em junho deste ano e deve alcançar intensidade muito forte entre novembro de 2026 e janeiro de 2027. A previsão é de que seus efeitos continuem influenciando o clima brasileiro pelo menos até o primeiro trimestre de 2027.

Com Portal Correio