NO CARIRI: Jovem denuncia abusos sexuais contínuos por parte do padrasto desde os 13 anos

Uma jovem de 20 anos, natural de Sertânia e residente no Sítio Mulungu em Monteiro, registrou, na tarde da terça-feira (25), um boletim de ocorrência na Delegacia da Mulher de Monteiro, no interior da Paraíba, acusando o padrasto de estupros recorrentes desde os 13 anos de idade.

De acordo com o relato, os abusos ocorriam há sete anos e persistiram até os dias atuais. A vítima, que só agora conseguiu formalizar a denúncia, foi encaminhada para a realização de exame de corpo de delito.

Em depoimento, a jovem afirmou que já havia alertado a mãe sobre as violências, mas ambas sofriam ameaças do agressor, o que as impedia de buscar ajuda. Somente após atingir a maioridade, a vítima reuniu coragem para procurar as autoridades.

O caso está sob investigação da polícia, que deve apurar as circunstâncias dos crimes e ouvir as partes envolvidas. A delegacia não divulgou detalhes sobre a identidade do suspeito ou possíveis medidas cautelares.

Casos de violência sexual ou doméstica podem ser denunciados anonimamente pelo Disque 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou Disque 100 (Direitos Humanos) e 190.

Com O Pipoco

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB