NO CARIRI: Condenado a mais de 13 anos de reclusão por estuprar uma criança várias vezes

Um homem condenado a 13 anos e quatro meses de reclusão por ter estuprado a neta da sua companheira, uma criança entre 9 e 10 anos, foi preso pela Polícia Civil (PC) nesta última sexta-feira (21) em Cabaceiras, a Roliúde Nordestina, cidade localizada no Cariri da Paraíba.

Os estupros ocorreram entre os anos de 2015 e 2016, no Distrito de Catolé de Boa Vista, que pertence ao município de Campina Grande.

Ele estuprou a neta de sua companheira por diversas vezes.  Os abusos sexuais foram descobertos pela avó da criança ao visualizar um post da menina nas redes sociais.

O caso foi levado ao conhecimento das autoridades policiais, oportunidade em que a criança detalhou os estupros.

A Delegacia de Repressão aos Crimes Contra Infância e Juventude de Campina Grande, em 2020, instaurou um inquérito policial.

O caso foi levado a Justiça, que condenou o homem a uma pena de 13 anos e quatro meses de reclusão.

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB