Multidão acompanha cortejo e presta as últimas homenagens ao ex-vereador Raul Formiga em Monteiro

Uma multidão acompanhou, no fim da tarde deste domingo (2), o cortejo fúnebre e o sepultamento do ex-vereador Raul Formiga, em Monteiro. Familiares, amigos, lideranças políticas, vereadores, servidores públicos e moradores da cidade e da zona rural participaram da despedida, marcada por muita emoção e reconhecimento à trajetória do ex-parlamentar.

O velório foi realizado no antigo Clube Municipal, reunindo centenas de pessoas que passaram pelo local para prestar as últimas homenagens. Em seguida, o cortejo seguiu pelas ruas da cidade até o cemitério local, onde o sepultamento ocorreu por volta das 17h30.

Durante o percurso, a Secretaria Municipal de Saúde e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também prestaram uma homenagem ao ex-vereador. Raul Formiga deixou sua marca na área da saúde pública, atuando em um período em que o município ainda não dispunha da estrutura existente atualmente, sendo lembrado pelo empenho em garantir assistência à população.

Além de vereador, Raul Formiga também exerceu a função de gerente regional de Saúde e era reconhecido pelo trabalho prestado ao município e à região do Cariri. Nos últimos anos, enfrentava problemas de saúde e faleceu na noite do último sábado (1º), deixando familiares, amigos e admiradores consternados.

A prefeita Ana Paula, que decretou luto oficial de três dias no município em razão do falecimento do ex-vereador, acompanhou o cortejo ao lado do vice-prefeito Cajó Menezes, vereadores, secretários municipais e outras autoridades, prestando sua última homenagem a Raul Formiga.

A expressiva participação popular no cortejo e no sepultamento demonstrou o legado deixado por Raul Formiga, cuja trajetória política e dedicação à população permanecerão na memória dos monteirenses.

De Olho no Cariri

Com Rádio CidadeFM

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Presidente da Câmara dos Deputados e candidato à reeleição como deputado, Hugo Motta (Republicanos) declarou apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições desse ano. Motta confirmou sua posição em entrevista na Paraíba nesta segunda-feira (10).

A fala de Hugo Motta aconteceu na posse da advogada Giovanna Mayer como desembargadora do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB).

“Iremos declarar esse apoio ao presidente, porque é o presidente que converge com aquilo que pensamos ser o melhor para o país, então eu estava aguardando a posição do partido para que pudesse trazer de público a nossa posição, e a nossa posição está sendo aqui revelada em primeira mão, de apoio ao presidente Lula em seu projeto de reeleição”, disse.

O presidente da Câmara Federal disse que como o partido dele, o Republicanos, declarou neutralidade à nível nacional na disputa eleitoral da Presidência da República, isso possibilitou o apoio a campanha de Lula.

“Eu estava aguardando o meu partido se posicionar. O Republicanos, em nível nacional, declarou a posição de neutralidade, ou seja, liberando os diretórios estaduais e os seus membros para apoiar ali a candidatura nacional, quem entender ser a candidatura melhor para o país”, disse.

Decisão do Republicanos

O Partido Republicanos anunciou no dia 4 de agosto que iria adotar uma posição de neutralidade na disputa pela Presidência da República nas eleições deste ano.

A decisão foi formalizada na convenção do partido em Brasília e, segundo o presidente da legenda, é um entendimento firmado após a diretoria nacional ouvir a posição de escritórios da legenda em todo o país.

A decisão do Republicanos segue o mesmo posicionamento da federação União Progressistas.

Em nota emitida à época, o partido afirmou que a deliberação foi construída de forma coletiva e levou em consideração o crescimento da legenda nos estados, além das diferentes realidades políticas e alianças regionais formadas ao longo dos últimos anos.

“A posição de independência na disputa presidencial não representa ausência de princípios nem de posicionamento político”, afirmou o Republicanos. Segundo a sigla, a decisão busca preservar a autonomia das lideranças estaduais e a unidade partidária.